17 de março de 2008

Revisão do PIB mostrará que setor cresceu 7,9% em 2007, diz Robusti

O presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, reafirmou a previsão de que o IBGE corrigirá para 7,9% o crescimento do produto (PIB) da construção brasileira em 2007, quando for recalculá-lo no fim de 2008 ou início de 2009. A afirmação foi feita na abertura, em 13 de março, do Dia do Construtor do 6º Fórum Internacional de Arquitetura e Construção, promovido em São Paulo pela Anfacer, Nielsen Business Media, ApexBrasil e Editora Pini, com apoio institucional do SindusCon-SP.

Nesta semana, o IBGE havia anunciado que o PIB do setor teria crescido 5% em 2007, mas deverá incorporar ao desempenho da construção outros dados de pesquisas nacionais que não estão sendo considerados agora, como a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e a pesquisa Economia Informal Urbana (Ecinf), bem como informações da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ) da Receita Federal. Além desses novos dados, o cálculo irá incorporar novos indicadores da construção, como os dos chamados serviços não-típicos (projetos, topografia, terraplenagem etc.).

Em 2006, a construção crescera 4,6%. Para 2008, o presidente do SindusCon-SP disse no evento confiar que o desempenho seja ainda melhor. “Chegou a nossa hora. Após 20 anos de esquecimento, o país acordou para o crescimento do país e para a construção civil como marco desse crescimento”, disse.

As palestras do Dia do Construtor tiveram como tema diferentes modalidades de “fast construction” –steel frame e Concreto-PVC–, além dos aspectos de custos, suprimentos e logística. “Nada mais feliz do que discutir a construção rápida, que é capaz de racionalizar e qualificar a construção civil justamente neste momento de expansão que vivemos”, afirmou Robusti.

A abertura do fórum teve ainda as presenças de Ligia Amorim, presidente da Nielsen Business Media; Eric Cozza, editor da Pini; e José Carlos Martins, vice-presidente da CBIC.

Fonte: Sinduscon-SP

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